sábado, 21 de junho de 2014

BUSQUE TER EMPATIA

Tente se colocar no lugar da outra pessoa, buscando entender seus sentimentos e desejos, para que assim, você possa ajudá-la de alguma forma. Digo isso, porque muitas das vezes, somos egoístas e somente vemos o nosso lado, neglicenciando os problemas da outra parte, sendo assim, devemos otimizar nossas habilidades de sentir e perceber o nosso próximo.

BUSQUE PERDOAR AS PESSOAS

Somos seres muito diferente uns dos outros, portanto, é natural que haja atritos, divergências e desgastes em um relacionamento. A questão é a seguinte: Como você administra esses conflitos? O segredo é olvidar, pois, é preciso aceitar que algumas pessoas irão nos machucar de vez em quando, mas, por acreditarmos nelas, devemos praticar o ato de perdão.


sexta-feira, 20 de junho de 2014

EDUCAÇÃO DE FILHOS À MANEIRA DE DEUS (PARTE 7)

OS EXTREMOS DA PATERNIDADE

A - O pai permissivo olha o pai autoritário e diz: "Não quero ser igual àquela mãe ou pai. Eles são muito severos!".

B - O pai autoritário olha o lar permissivo e diz: "Não quero filhos que ajam assim. Eles são fora de controle!".

C - Infelizmente,a tendência dos pais é ir a esses extremos. O pai permissivo que controla muito pouco, o pai autoritário que controla demais, privam seus filhos das habilidades básicas, necessárias para uma adolescência saudável. Examinaremos mais de perto cada estilo de paternidade.

D - Paternidade Autoritária

1) A paternidade autoritária foi o padrão dos primeiros sessenta anos desse século e estava mais intimamente associada à ética judaica/cristã.

a)A excessiva preocupação com a restrição do mal, concedeu pouca atenção à prática do bem.
b) Havia uma ênfase sobre o que as crianças não deveriam fazer em relação ao que deveriam fazer.
c) A paternidade restritiva resultou na atitude de que fazer, os fins justificam os meios ou que, alguém pode fazer qualquer coisa para seguir as regras da sociedade.

2) Embora as crianças em geral, se conformassem e praticassem ações virtuosas, elas os faziam por meio de repreensão ou não, por amor ao bem. A criança ouvia : ou... você faz isso, ou...". O "ou..." tornou-se a motivação para o comportamento correto e não um princípio presente no coração.

E - Paternidade Permissiva

 

1) A paternidade permissiva não está preocupada em suprimir o mal e elevar o bem. No centro dessa teoria, a preocupação está na criança do ambiente adequado para a criança e não, nas consequências do comportamento.

2) Para os pais permissivos, a educação de filhos se resume em evitar todas as emoções, negativa e procurar apenas as positivas.a) Assim, o treinamento de certo ou errado é medido pelo sentimento da criança e não pelo produto final - o comportamento dela.

b) Os sentimentos, tanto dos pais como dos filhos tornam-se a base para a educação e sua ética.
c) Se a criança se sente feliz, o pai fica satisfeito. Se a criança se sente triste, então o pai se esforça para criar um ambiente onde a tristeza é eliminada.


3) Cremos que tanto     os estilos de paternidades permissivo, como a autoritária são erradas e prejudiciais ao bem estar da criança. É por isso, que nos esforçamos para guiar os pais, de acordo com as regras básicas da ética bíblica.


quinta-feira, 19 de junho de 2014

EDUCAÇÃO DOS FILHOS À MANEIRA DE DEUS (PARTE 6)

O FATOR PATERNO

A - Como você foi educado? Refletir no passado, de vez em quando, pode ajudar e esclarecer o presente.

B - Todos ouvimos e talvez você tenha dito para si mesmo:

1)Quando me tornar pai (mãe), não farei isso aos meus filhos".
2) "Quando se tornar pai (mãe), vou fazer... com os meus filhos".

C - Como essas promessas pessoais influenciam na maneira como você educa seus filhos?

1) Infelizmente, muitos pais educam seus filhos em reação aos seus próprios temores de infância, conflitos e decepções não resolvidas.

2) Como resultado, às vezes, são pais de seu próprio passado, mais do que de seus filhos.

 3) Fazem isso projetando seus temores e desilusão da vida, sobre seus filhos. Eles criam estratégias, que se ajuntem, confortavelmente, à fonte de sua dor.
a) Se os anos de crescimento foram agradáveis, há uma forte tendência, de empregar técnicas de treinamento semelhantes, às quais, você fora educado. 
b) Se, a infância e adolescência foram estressante, há tendência é voltar-se para o extremo oposto dos métodos de educação de seus pais, ao educar seus filhos.

4) Os pais que tiveram uma educação injusta, restritiva ou que até mesmo, métodos abusivos foram usados, frequentemente, sem perceberem, se movem para a paternidade permissiva e permitem que seus filhos se tornem auto-orientados.
a) Esses pais, de muitas maneiras, se tornam mais preocupados com os sentimentos dos filhos, do que com suas ações.
b) Valorizam mais a saúde psicológica do que a saúde moral e, qualquer padrão de certo ou errado foca sujeito a, como os filhos se sentem e não, sobre o que eles fazem.

5) Quando os pais sentem que a infância infeliz foi decorrente de uma educação permissiva, frequentemente, tornam-se muito rígidos, especialmente se, sentem que a falta de direção foi prejudicial.
a) Aqueles que viveram uma vida moralmente relaxada na juventude irão frequentemente contrabalançar os filhos tornando-se super-protetores, abrigando-os em excesso.
b) Esses pais encontram sua segurança ao controlar.

6) Pais permissivos ou centralizados no filho temem inibir a criança, por isso vão ao extremo, criando um ambiente de liberdade desenfreada. Isso resultado, em uma criança sem controle.

7) Pais autoritários temem mimar o filho, assim vêem a salvação no poder das regras e limitações. Os seus métodos produzem normalmente, uma criança sobre controle excessivo.

8) O problema se complica, quando as personalidades e os estilos de paternidade na família entram em choque.
a) Se o pai é calmo e flexível e a mãe é estruturada e, previsível; conflitos são saudáveis tendem a prevalecer em casa e não, uma paternidade equilibrada, como se poderia esperar.
b) Ao invés de ficar mais próximo na maneira de encarar a sua paternidade, esses pois, geralmente se deixam levar a uma maior distanciamento. Isso acontece, porque cada um considera sua obrigação compensar a fraqueza do outro, em nome do amor.
c) Ao invés de complementarem, extraindo forças um do outro, encontram-se em guerra colocando-se um, contra a fraqueza do outro. O resultado? Liderança dividida produz tropas desleais e extremos na paternidade.

terça-feira, 17 de junho de 2014

EDUCAÇÃO DE FILHOS À MANEIRA DE DEUS (PARTE 5)

ONDE SEU FILHO ESTÁ NO PROCESSO?

A - Uma criança, por natureza, é auto-orientada, a ética bíblica e orientada para os outros.

1) A tensão entre as duas é que produz conflito.
2) Isso significa que temos de evitar o conflito retendo a instrução necessária para controlar ou encorajar nossos filhos? Claro que não (Provérbios 23:13).

B - O treinamento nos primeiros anos de vida requer um entendimento básico do que está em andamento na mente em desenvolvimento de seu filho.

1) A vida expande-se rapidamente para as crianças menores, tornando-se mais complexa para as mais velhas.
2) O conflito faz parte normal do aprendizado, mas há períodos maiores e menores de conflito.

C - A medida que o seu mundo se expande, tudo o que a criança experimenta é novo.

1) Ela é confrontada com as ações, normais e padrões de conduta esperadas que, às vezes, entram em conflito com os outros, como também, com suas próprias percepções egocêntricas.
2) Pela primeira vez, experimenta novas situações sociais. Não somente aprende novas regras mas também observa como as pessoas os seguem. Pedem-lhe para repartir, falar gentilmente, ficar na fila, ficar sentado, ser bonzinho.
3) Como há grande ajuntamento social ocorrendo, existem numerosos conflitos. Conflitos esses, que são resultados direto da criança equilibrando sua própria individualidade e o seu desejo de servir a si mesma, com os padrões morais que requerem, que ela se focalize nos outros.
4) Os pais devem esperar conflitos durante esse primeiro estágio e, devem considerá-lo como um tempo de crescimento, tanto dos pais como dos filhos.

D - O conflito é algo natural da personalidade humana.

1) Aprender como resolvê-lo, é um dos requisitos mais importantes para o desenvolvimento de relacionamentos familiares saudáveis.
2) A solução de conflitos também é progressiva. Começa muito cedo e continua à medida que, a vida da criança torna-se mais complexa.
3) Se a criança não aprender, a resolver seus conflitos na infância, possivelmente será muito mais difícil fazê-lo mais tarde.

domingo, 15 de junho de 2014

EDUCAÇÃO DE FILHOS À MANEIRA DE DEUS (PARTE 4)

TREINANDO O CORAÇÃO

A - A consideração básica do início da paternidade é o coração da criança e não simplesmente o comportamento externo.

1) Há algo à respeito do coração humano que requer atenção e esse é o enfoque de treinamento precoce.

2) Sabemos que o coração é o centro de toda a vida e comportamento.
a) O Salmo 139:23, nos diz que aquela porção do homem que Deus vê a sonda.
b) Em Mateus 12:34-35, Jesus disse que todo o comportamento e palavras têm a sua origem no coração.
c) Provérbios 4:23, nos adverte que as impressões de um vida jovem são modeladas no coração e que as fontes da vida procedem dele.
d) Provérbios 6:18 fala da habilidade do coração em planejar projetos iníquos. Provérbios 22:15, nos diz que a estultícia está ligada ao coração da criança.
e) Há algo no coração da criança para o qual os pais necessitam direcionar a sua atenção.

B - O objetivo geral do treinamento do coração, a porção que os pais podem impactar, deve ser ajudar a criança a obter auto-controle.

1) O auto-controle, por sua vez, ajudará a criança a controlar sua língua (Provérbios 13:3; 15:2), as suas ações (Provérbios 14:29), as emoções negativas (Provérbios 25:28) e fazer julgamentos justos (Provérbios 1:3).

2) A disciplina bíblica conduz a criança a uma vida honesta (Provérbios 10:9), não é ofensiva (Provérbios 16:7) e está cheio de atos de justiça (Provérbios 1:3).

3) E o mais importante, os efeitos do ensino bíblico produzem os frutos pacíficos de justiça (Hebreus 12:1).

C - No início da paternidade é necessária uma pressão eterna para produzir um comportamento aceitável, mesmo que a criança ainda não tenha entendimento da razão do comportamento.

1) O fato de uma criança não ter um entendimento moral do porquê, não possa deixar cair, intencionalmente, a comida de sua mesinha, não significa que devamos suspender a instrução a restrição.

2) Há uma razão para isso.
a) Com os adultos, as crenças precedem as ações.
b) Com as crianças o oposto é verdadeira - as ações precedem as crenças. Os pais devem persistir no comportamento correto, muito, muito antes, da criança ser capaz de entender os conceitos morais relacionados.
c) As crianças aprendem primeiramente, como agir moralmente e, depois, como pensar moralmente. "Porque, como imagina em sua alma, assim ele é"(Provérbios 23:7a).

3) Assim, as duas fases do treinamento moral incluem:
a) O desenvolvimento do comportamento moral.
b) O desenvolvimento da razão moral. As ações, para as crianças, vêm primeiro, já o entendimento vem, em seguida.




sábado, 14 de junho de 2014

EDUCAÇÃO DE FILHOS À MANEIRA DE DEUS (PARTE 3)

FUNDAMENTOS (PARTE II)

TRÊS PRESSUPOSIÇÕES E O MODELO BÍBLICO


1) O alvo da paternidade é educar uma criança, pelo caminho da Salvação, que seja moralmente responsável aos princípios bíblicos (Miqueias 6:8).

2) A Bíblia nos oferece detalhes exatos, de como educar os filhos.
     a - É suficiente e tem autoridade, mas não é ampla.
     b - Ela não fala à respeito de cada situação que os pais         enfrentam no dia-a-dia.
     c - Providenciar os princípios morais governando o viver santo, mas não apresenta os passos específicos da educação.

3) Uma vez que o alvo da paternidade é criar um filho moralmente responsável e, que a Bíblia específica como alcançar esse alvo, cremos que todos os princípios, práticas, métodos e teorias de educação dos filhos devam estar de acordo com dois importantes critérios:
     a - Promover o alvo correto de educação dos filhos (Efésios 6:4)
     b - Ser compatíveis com os princípios Bíblicos. Qualquer teoria que destrate, seja contrária ou restrinja a Bíblia, ao criar proibições e afirmações não bíblicas, se apresentará como inadequada.